Desembargador montou ‘atuação estruturada’ com filho para venda de sentenças, diz Procuradoria

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Desembargador montou ‘atuação estruturada’ com filho para venda de sentenças, diz Procuradoria

Na denúncia contra dez alvos da Operação Expresso 150, Procuradoria-Geral da República destaca atuação de Carlos Rodrigues Feitosa, magistrado do Tribunal de Justiça do Ceará

Fábio Serapião e Beatriz Bulla, de Brasília

01 de outubro de 2016 | 15h20

Tribunal de Justiça - CE

Na denúncia criminal contra dez alvos da Operação Expresso 150 por venda de sentenças no âmbito do Tribunal de Justiça do Ceará, a Procuradoria-Geral da República dedicou um capítulo para a formação da quadrilha.

Documento

Segundo o vice-procurador-geral José Bonifácio Borges de Andrade, que subscreve a acusação levada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), o desembargador Carlos Rodrigues Feitosa ‘manteve uma atuação estruturada’ com seu filho Feitosa para ‘voltada para captação de interessados em decisões liminares mediante pagamento de vantagens indevidas’.

Carlos Rodrigues Feitosa já responde a uma outra ação penal no Superior Tribunal de Justiça relacionada ao esquema. Ele é acusado pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

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