‘Da necessidade da prisão preventiva de Carlos Arthur Nuzman’

‘Da necessidade da prisão preventiva de Carlos Arthur Nuzman’

Leia a íntegra da manifestação do Ministério Público Federal na Operação Unfair Play pela conversão do regime temporário inicialmente imposto ao presidente do Comitê Olímpico Brasileiro para a custódia sem prazo para terminar

Julia Affonso e Fausto Macedo

09 de outubro de 2017 | 16h35

Carlos Nuzman. Foto: AFP PHOTO / Mauro PIMENTEL

Ao requerer ao juiz Marcelo Bretas, da 7.ª Vara Criminal Federal do Rio, a conversão da prisão temporária do presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, em regime preventivo – sem prazo para terminar – , a Procuradoria da República destacou a importância de ‘preservar o ambiente de coleta livre de sua atuação e interferência, o que certamente restaria prejudicado com a liberdade de Carlos Nuzman’.

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Nuzman e seu braço direito Leonardo Gryner foram presos na quinta-feira, 5, por suspeita de envolvimento em um esquema de corrupção para a compra de voto africano nas eleições que escolheram o Rio como sede dos Jogos Olímpicos/2016.

“Carlos Nuzman manteve-se na Presidência do Comitê Olímpico Brasileiro por mais de 20 anos! Nessa condição, é evidente o grande poder que exerce não apenas sobre o Comitê em si, mas também sobre todas as pessoas que lá trabalham. Desta feita, o mero afastamento do exercício de suas funções é
medida absolutamente insuficiente para impedir que atue no sentido de interferir na produção de provas”, sustentam os 9 procuradores da força-tarefa da Operação Unfair Play.

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