CPI inicia terceiro dia de interrogatórios em Curitiba

CPI inicia terceiro dia de interrogatórios em Curitiba

Publicitário e lobista ligado a Dirceu, os dois convocados desta quarta, ficarão em silêncio como os outros 11 ouvidos na cidade-sede da Lava Jato

Redação

02 de setembro de 2015 | 10h23

Foto: Ricardo Brandt/Estadão

Foto: Ricardo Brandt/Estadão

Por Ricardo Brandt,  enviado especial a Curitiba

A CPI da Petrobrás iniciou seu terceiro e último dia de interrogatórios de alvos presos da Operação Lava Jato,  em Curitiba, nesta quarta-feira, 2. O publicitário Ricardo Hoffmann e o lobista Fernando de Moura, ligado ao ex-ministro José Dirceu, permanecerão em silêncio.

A sessão foi aberta por volta das 10h pelo presidente da CPI, Hugo Motta (PMDB-PB). Hoffman foi o primeiro a ser convocado. Ele é questionado pelos parlamentares sobre os contratos de publicidade da agência Borghi Lowe, que teria pago propina por contratos na Caixa Econômica Federal e no Ministério da Saúde.  Um dos beneficiários foi o ex-deputado federal André Vargas (sem partido-PR), que era vice-presidente da Câmara dos Deputados e secretário de Comunicação do PT.

O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) sugeriu que a comissão discuta em Brasília qual será a postura da CPI diante de pessoas que permanecem em silêncio nos interrogatórios.

“É desgastante esse silêncio ensurdecedor.  Temos que parar para discutir o assunto em Brasília,  pode ser em uma sessão fechada, mas isso pode ter um impacto negativo a todo trabalho da CPI”, afirmou Valente.

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