CPI da Covid: leia as 1.178 páginas do relatório final da comissão

André Shalders, Julia Affonso e Vinícius Valfré/BRASÍLIA

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O senador Renan Calheiros (MDB-AL) defende investigação de orçamento secreto durante sessão da CPI da Covid. Foto: Gabriela Biló/Estadão

O parecer final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, elaborado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), sugere o indiciamento de 70 pessoas   – entre elas o presidente Jair Bolsonaro, filhos dele, ministros, empresários e médicos – e mais duas empresas por crimes praticados no enfrentamento da pandemia de covid-19.

Leia todo o relatório

O relator atribui a Bolsonaro 11 crimes. Entre eles, homicídio qualificado, crime contra a humanidade e genocídio de indígenas. A amplitude das suspeitas de crimes apontadas pelo relator divide o grupo majoritário da CPI.

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O documento, revelado com exclusividade pelo Estadão no domingo, ainda deve passar por algumas atualizações até amanhã, quando será lido na CPI. O crime de genocídio, por exemplo, será retirado da lista, segundo o presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM). A votação do parecer está marcada para a terça-feira que vem.

A conclusão será encaminhada aos órgãos de controle, que poderão abrir processos sobre os supostos crimes apontados. Isso ocorre porque a CPI tem poderes de investigação, mas não de punição.

Raio x do relatório final

1.178 páginas tinha a última versão do relatório final, até o início da noite de ontem

70 é o número de pessoas indiciadas, além de dois pedidos contra empresas

é o número de pessoas indiciadas por homicídio qualificado. As acusações recaem contra Bolsonaro, Pazuello e Elcio Franco.

380 menções há no texto a Bolsonaro

85 é o número de citações a “genocídio”

R$ 30,6 milhões é o valor mínimo gasto com cloroquina e hidroxicloroquina

16 é o número de proposições legislativas que serão apresentadas

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) defende investigação de orçamento secreto durante sessão da CPI da Covid. Foto: Gabriela Biló/Estadão

O parecer final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, elaborado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), sugere o indiciamento de 70 pessoas   – entre elas o presidente Jair Bolsonaro, filhos dele, ministros, empresários e médicos – e mais duas empresas por crimes praticados no enfrentamento da pandemia de covid-19.

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O relator atribui a Bolsonaro 11 crimes. Entre eles, homicídio qualificado, crime contra a humanidade e genocídio de indígenas. A amplitude das suspeitas de crimes apontadas pelo relator divide o grupo majoritário da CPI.

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O documento, revelado com exclusividade pelo Estadão no domingo, ainda deve passar por algumas atualizações até amanhã, quando será lido na CPI. O crime de genocídio, por exemplo, será retirado da lista, segundo o presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM). A votação do parecer está marcada para a terça-feira que vem.

A conclusão será encaminhada aos órgãos de controle, que poderão abrir processos sobre os supostos crimes apontados. Isso ocorre porque a CPI tem poderes de investigação, mas não de punição.

Raio x do relatório final

1.178 páginas tinha a última versão do relatório final, até o início da noite de ontem

70 é o número de pessoas indiciadas, além de dois pedidos contra empresas

é o número de pessoas indiciadas por homicídio qualificado. As acusações recaem contra Bolsonaro, Pazuello e Elcio Franco.

380 menções há no texto a Bolsonaro

85 é o número de citações a “genocídio”

R$ 30,6 milhões é o valor mínimo gasto com cloroquina e hidroxicloroquina

16 é o número de proposições legislativas que serão apresentadas

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