Como gerar ‘leads’ em eventos internacionais

Como gerar ‘leads’ em eventos internacionais

Thomas Raad*

08 de março de 2021 | 03h30

Thomas Raad. FOTO: DIVULGAÇÃO

A expectativa do profissional da área comercial ao participar de feiras e congressos é sempre conseguir contatos que gerem futuras vendas, os chamados leads. Mas é preciso estar preparado e devidamente capacitado para aproveitar as oportunidades nesses eventos.

As redes sociais, especialmente o YouTube e o Instagram, têm vídeos de especialistas e influenciadores que ensinam a ser um vendedor melhor sem precisar gastar em um curso muito caro que, às vezes, pode não trazer o resultado esperado.  Por isso, antes de começar a consumir esses conteúdos religiosamente, é preciso analisar o que assiste com um olhar crítico para aprender a utilizar as técnicas que está vendo no seu dia a dia.

Livros e cursos de vendas em vídeo também são ótimas opções para quem deseja se aperfeiçoar nesse segmento. Se você gosta de ler, tem muito livro sobre vendas que eu já li e gosto de indicar. Os meus top três são: ‘Nocaute’, de Gary Vaynerchuk; ‘Spin Selling’, de Neil Rackham e “A Máquina Definitiva de Vendas”, de Chet Holmes.

O processo de venda precisa ser mostrado ao cliente como uma experiência e não apenas a oferta de um produto ou serviço. As pessoas geralmente entram na loja pensando nos motivos de por que elas não devem gastar e uma das primeiras impressões que fica na nossa mente é como seremos atendidos. Se forem mal atendidas, elas perdem o clima e já saem na hora. Eu mesmo já fiz isso várias vezes. O nosso trabalho é fazê-lo esquecer que vai ‘gastar’ e transformar esse contato numa experiência de melhoria ou investimento.

Recentemente, participei entre os dias 21 e 25 de fevereiro da Gulfood, primeiro evento presencial de abastecimento de alimentos e bebidas de 2021, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Durante a feira, reforçamos as vendas com os clientes da região onde fomentamos negócios de commodities e alimentos do Brasil com países do Oriente Médio e Ásia. Entre os produtos estavam gergelim, arroz, café, mel e própolis, além de cacau e chocolate da Bahia.

A ideia é abrir mercados para esses produtos devido à boa aceitação no exterior, embora o mercado de mel e própolis ainda seja pouco explorado.

*Thomas Raad atua como trader de commodities

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