Como a diversidade gera resultados nas organizações

Como a diversidade gera resultados nas organizações

Dani Verdugo*

30 de outubro de 2020 | 03h45

Dani Verdugo. Foto: Divulgação

Empresas que investem e praticam diversidade cultural, étnica e de igualdade de gênero, apontam performance superior às de empresas não diversas, segundo pesquisa da McKinsey, que avaliou mais de mil companhias em 12 países, e mostrou, ainda, que empresas que apostam na diversidade de gênero entre seus executivos estão 21% mais propensas a ter lucratividade acima da média. A pesquisa mediu não apenas a lucratividade, mas também a criação de valor (ou lucro econômico) no longo prazo.

Em países como México e os da América Latina, a jornada por oportunidades iguais é ainda mais longa, pois não alcançaram ainda uma cultura de fato inclusiva. Entretanto, players globais como Google, UBER, Nike, Microsoft, Starbucks, Amazon e McDonald’s tem feito um excelente e transformador trabalho de exemplo positivo a respeito do tema.

A pauta inclusão tornou-se premissa, deixando para trás tempos nos quais se diferenciavam aquelas empresas que colocavam o tema em sua agenda estratégica.

Ao reunir visões, experiências, formações, crenças e conhecimentos distintos nos times de trabalho, empresas plurais chegam na frente quando se trata de inovação e liderança, e com isto, alimentam um círculo virtuoso de experiência de clientes, e atração e retenção de talentos.

De modo geral, podemos comemorar o fato de que é consenso global a máxima de que a diversidade melhora os resultados sociais e econômicos, trazendo conexão e fidelização de clientes, redução de conflitos internos, e maior faturamento.

*Dani Verdugo é empresária e Headhunter. Atua com Executive Search na THE Consulting.  

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