Com retomada das sessões presenciais previstas para setembro, STF analisa cobertura vacinal dos servidores antes de liberar volta ao trabalho na Corte

Com retomada das sessões presenciais previstas para setembro, STF analisa cobertura vacinal dos servidores antes de liberar volta ao trabalho na Corte

Acesso do público externo ao prédio do tribunal deve continuar suspenso, segundo o epidemiologista Wanderson Oliveira, que é secretário de Serviços Integrados de Saúde da Corte

Redação

07 de agosto de 2021 | 15h20

No início da semana, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, anunciou a volta das sessões presenciais a partir de setembro, após quase um ano e meio de julgamentos por videoconferência.

O retorno dos ministros ao plenário está previsto para o próximo mês, porque só então os onze integrantes do tribunal devem estar completamente imunizados contra a covid-19, conforme o calendário de vacinação do Distrito Federal.

O plano de retomada das atividades presenciais, no entanto, é gradual. Os demais setores ainda dependem do sinal verde da Secretaria de Serviços Integrados de Saúde, que trabalha em um levantamento de casos confirmados e da cobertura vacinal dos servidores. Mesmo com eventual liberação, a Corte deve apostar no fortalecimento do teletrabalho.

Fachada do Supremo Sede do Tribunal Federal em Brasília. Foto: Gervásio Baptista/SCO/STF

Em um primeiro momento, a circulação de visitantes e advogados no prédio do tribunal continuará suspensa. Para os ministros e funcionários, os protocolos continuam os mesmos, incluindo uso de máscara e distanciamento social.

“A manutenção do distanciamento físico, do uso de máscara, de um aprimoramento da ventilação dos ambientais, bem como barreiras, temos ali aquelas barreias de acrílico, e outras medidas estão sendo adotadas já há muito tempo no STF e continuarão sendo adotadas. O que nós esperamos é que este retorno ocorra de uma forma gradual, possivelmente em um primeiro momento não tenhamos a presença física de pessoas externas”, explicou o epidemiologista Wanderson Oliveira, secretário de Serviços Integrados de Saúde do tribunal, em entrevista ao podcast Supremo na Semana.

Durante a pandemia, os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Dias Toffoli, além do próprio Fux, testaram positivo para a covid-19.

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