Cida Borguetti também foi alvo da quadrilha que clonava celulares

Cida Borguetti também foi alvo da quadrilha que clonava celulares

Segundo a Operação Swindle, governadora do Paraná foi vítima de esquema desmantelado nesta terça-feira, 17

Fabio Serapião/BRASÍLIA e Julia Affonso/SÃO PAULO

17 de julho de 2018 | 17h10

Governadora do Paraná, Cida Borghetti (PP) Foto: Jonas Oliveira/Governo do PR

A governadora do Paraná, Cida Borghetti (PP), também foi alvo da quadrilha que clonava números telefônicos para aplicar golpes via aplicativo de trocas de mensagens. O esquema foi desmantelado nesta terça-feira, 17, pela Operação Swindle – parceria das Polícias Civis do Maranhão e do Paraná e da Polícia Federal.

O grupo, segundo a PF, se apossava das contas de WhatsApp das vítimas e fazendo-se passar pelos reais donos dos números solicitavam transferências bancárias para pessoas de suas listas de contatos. Em março, os alvos da investigação clonaram os celulares dos ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Secretaria de Governo, Carlos Marun, do ex-ministro do Desenvolvimento Social e Agrário Osmar Terra, deputados federais e estaduais.

Foto: Polícia Civil do Maranhão

Foto: Polícia Civil do Maranhão

Foto: Polícia Civil do Maranhão

Foto: Polícia Civil do Maranhão

Foto: Polícia Civil do Maranhão

O esquema clonou o celular do deputado estadual Adriano Sarney (PV), neto do ex-presidente José Sarney, e de várias autoridades do Maranhão. Segundo a Polícia Civil, o grupo ‘aliciava laranjas para abrir contas e receber as transferências bancárias da lista de contatos das vítimas’.

“Os golpistas se passavam pelas autoridades, alegando que tinham seu limite de transferência bancário excedido e solicitavam que a pessoa da lista de contatos da agenda telefônica fizesse uma transferência complementar para uma conta dada pelo falsário. Em alguns casos os golpistas encaminhavam boletos a serem pagos pelas vítimas, que acreditavam estar fazendo um favor para os mesmos”, afirma a Polícia Civil do Maranhão, em nota.

Um dos presos no Maranhão, Leonel Pires Júnior, seria o líder do grupo e responsável por comprar, por meio de uma empresa, os chips utilizados pelos criminosos.

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