Assassinato do cacique ‘será devida e completamente’ apurado pela PF, diz Moro

Assassinato do cacique ‘será devida e completamente’ apurado pela PF, diz Moro

Em sua conta no Twitter, ministro da Justiça e Segurança Pública afirma que 'assim que houve a notícia da possível invasão à Terra Indígena Waiãpi, foi mobilizada a Polícia Federal, Bope e Funai para as providências necessárias'

Luiz Vassallo e Fausto Macedo

29 de julho de 2019 | 15h27

Reprodução

O ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) disse nesta segunda, 29, que as circunstâncias do assassinato a facadas do cacique Emyra e da invasão na Terra Indígena Wajãpi, localizada em Pedra Branca do Amapari, a 189 km de Macapá, ‘serão devida e completamente apuradas pela Polícia Federal’.

Em sua conta no Twitter, Moro destaca que a PF já abriu inquérito sobre o fato e ‘está no local’. “Lamenta-se, desde logo, o ocorrido”, ele postou.

De acordo com a equipe da Funai na região, a invasão começou na terça, 23, quando foi confirmada a morte do cacique. Um grupo de cerca de 15 invasores estaria armado e teria ocupado as imediações da aldeia Yvytotõ, fazendo com que os moradores da região se abrigassem em uma aldeia vizinha.

Segundo Moro, ‘assim que houve a notícia da possível invasão à Terra Indígena Waiãpi, foi mobilizada a Polícia Federal, Bope e Funai para as providências necessárias’.

“Já estão no local desde ontem e a informação é que a situação está controlada, afirma Moro.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.