Apreensão de ‘maconha sintética’ sobe quase 500% em presídios de São Paulo entre 2019 e 2020

Apreensão de ‘maconha sintética’ sobe quase 500% em presídios de São Paulo entre 2019 e 2020

Levantamento da Secretaria de Administração Penitenciária aponta aumento na quantidade de K4 apreendidas em correspondências e na área externa de unidades prisionais do Estado

Redação

25 de setembro de 2020 | 15h15

Droga é contrabandeada para dentro das unidades prisionais em forma líquida, borrifada em folhas de papel. Foto: Constança Rezende/ Estadão

A apreensão de K4 em presídios de São Paulo subiu quase 500% entre 2019 e 2020, aponta levantamento da Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP-SP). A droga, popularmente conhecida como ‘maconha sintética’, foi localizadas em correspondências e na área externa das unidades prisionais do Estado.

Segundo a SAP, houve um aumento de 488,83% entre janeiro a julho de 2020 em comparação ao mesmo período do ano passado. Em 2019, foram 86 ocorrências nos primeiros sete meses do ano enquanto em 2020 este número subiu para 472.

Formada por substâncias que têm uma reação muito parecida com o THC, que é o princípio ativo da maconha, porém muito mais potente, a K4 é facilmente levada para dentro das unidades em forma líquida, quando borrifada em pedaços de papel na tentativa de burlar a fiscalização.

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