Gilmar desempata e livra Temer

Gilmar desempata e livra Temer

Ministro-presidente do TSE acompanha votos dos três ministros que rejeitaram cassação da chapa vitoriosa em 2014 - Napoleão Nunes Maia, Admar Gonzaga e Tarcisio Vieira; Após quatro dias de julgamento no Tribunal Superior Eleitoral, votação está empatada em 3 a 3: votaram pela condenação Herman Benjamin (relator), Luiz Fux e Rosa Weber

Da Redação

09 de junho de 2017 | 09h10

Gilmar Mendes. Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino

Gilmar está julgando.

‘Não devemos brincar de aprendizes de feiticeiro’

‘Esta ação não é como qualquer outra’

‘Não tentem usar a mão do tribunal para resolver crise política’

‘O tribunal não é instrumento’

‘Essa corrida maluca que se instalou no País’

‘Não é uma ação de reintegração de posse’

‘Estamos tratando de algo especial’

‘Especialíssima quando se trata do presidente da República’

‘Processo é garantia não é voluntarismo’

‘É muto fácil fazer o discurso do moralismo’

‘Vamos discutir com responsabilidade’

‘Não deixo de afirmar aquilo que eu penso’

‘Chego a ser rude, às vezes conscientemente rude’

‘Vou acompanhar os votos do ministro Napoleão, do ministro Tarcísio, do ministro Admar’

‘O envolvimento de ministros da Fazenda é algo lamentável, deplorável

‘A ideia de ter um crédito por conta de uma Medida Provisória é algo que merece todo o repúdio’

‘É chocante, não há palavras para descrever tudo o que se praticou’

‘É preciso que se faça segundo o devido processo legal’

‘No Estado de Direito não há soberanos, todos estão submetidos à lei’

‘Não se combate crime cometendo crime’

‘É bom que todos que lidam com esse tema saibam’

‘Não há diferença, é igualmente criminoso o policial, o procurador, o delegado que usa de truque, de trampa, para obter resultados no combate ao crime. É igualmente criminoso’

‘E é bom que não saiam aí a cometer crimes’

Dilma e Temer em janeiro de 2015. Foto: EFE-Marcelo Sayao

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