Segunda-feira, 29 de agosto de 2016, Dilma depõe e enfrenta seus algozes

Segunda-feira, 29 de agosto de 2016, Dilma depõe e enfrenta seus algozes

Presidente afastada terá 30 minutos — prorrogáveis a critério do presidente da sessão, ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF) — para apresentar seus argumentos aos senadores, que poderão questioná-la por cinco minutos cada um

Redação

29 de agosto de 2016 | 09h00

Dilma. Foto: Evaristo Sá/AFP

Dilma. Foto: Evaristo Sá/AFP

A presidente afastada Dima Rousseff (PT) presta depoimento no Senado, nesta segunda-feira, 29, no julgamento final do processo de impeachment. Com o fim dos depoimentos das oito testemunhas apresentadas pela acusação e pela defesa, os senadores completaram, no sábado, 27, a primeira fase da sessão de julgamento de Dilma por crime de responsabilidade.

Esta será a primeira vez que a presidente afastada se manifestará no processo de impeachment. Até agora, a defesa tem sido conduzida por seu advogado e ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

A petista chegou às 9h06 ao Congresso. No Salão Branco, foi recebida por um grupo de senadores e deputados aliados e, de lá, dirigiu-se à sala do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Dilma terá 30 minutos — prorrogáveis a critério do presidente da sessão, ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF) — para apresentar seus argumentos aos senadores, que poderão questioná-la por cinco minutos cada um. A presidente afastada, entretanto, pode, a seu critério, responder ou não as perguntas.

Para acompanhá-la neste momento, além de Cardozo, Dilma convidou ex-ministros, assessores e aliados do Partido dos Trabalhadores, entre eles o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Seus convidados serão acomodados numa das duas galerias laterais do Plenário.

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