Ante incertezas da Lava Jato, Fachin promete ‘prudência, celeridade, transparência’

Ante incertezas da Lava Jato, Fachin promete ‘prudência, celeridade, transparência’

Em nota de seu gabinete, novo relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal diz que 'reconhece a importância dos novos encargos'

Beatriz Bulla, Breno Pires e Rafael Moura

02 de fevereiro de 2017 | 17h01

Edson Fachin. Foto: Nelson Jr/SCO/STF

Edson Fachin. Foto: Nelson Jr/SCO/STF

Na etapa crucial da Lava Jato, em que predominam incertezas e desconfianças sobre o futuro da maior operação contra a corrupção já realizada no País, o ministro Edson Fachin, novo relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, afirmou que vai cumprir seu dever ‘com prudência, celeridade, responsabilidade e transparência’.

Fachin assumiu o comando da operação nesta quinta-feira, 2. Em nota divulgada por seu gabinete na Corte máxima, o ministro destacou que a Lava Jato chegou às suas mãos ‘na forma regimental’.
Ele disse que ‘reconhece a importância dos novos encargos’.

Fachin assumiu a relatoria da Lava Jato em substituição ao ministro Teori Zavascki, que morreu em acidente aéreo no dia 19 de janeiro.

Fachin disse que ‘especialmente para fins de recursos humanos, técnicos e de infraestrutura necessários, conta com o esteio da digníssima presidente, ministra Cármen Lúcia, que vem conduzindo a Corte de maneira exemplar e altiva, e com o sustentáculo dos colegas da Segunda Turma e dos demais integrantes desta Suprema Corte’.

Ele disse que já iniciou os trabalhos ‘para o fim de levar a efeito a transição entre Gabinetes, e contará, nesses afazeres, com a contribuição indispensável da atual equipe’.

“O ministro relator expressa sua confiança inabalável de que a Suprema Corte cumprirá sua missão institucional de, respeitando a Constituição da República e as leis penais e processuais penais, realizar nos prazos devidos a Justiça com independência e imparcialidade”, disse Fachin.

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