Aja como se fosse sua própria startup

Aja como se fosse sua própria startup

Joseph Teperman*

25 de novembro de 2020 | 05h00

Joseph Teperman. FOTO: DIVULGAÇÃO

As empresas disruptivas, ou as famosas startups, são uma boa referência do que cada um de nós pode fazer e conquistar ao desenvolver maneiras diferentes de atuar.

É o que ensinam Reid Hoffman – fundador do LinkedIn – e o escritor Ben Casnocha no livro The Startup of You. Mais do que ter uma boa ideia, é preciso validá-la no mercado para ver se realmente existe aderência e público interessado.

As startups de sucesso sabem que, assim que uma ideia é validada, ela deve ser testada constantemente para que o produto ou serviço oferecido evolua de acordo com os feedbacks de quem se interessa por ele. E, mais que isso, as startups sabem que falhar faz parte do processo de aprendizado e de aperfeiçoamento.

Falhar não é ruim, desde que o erro seja parte do processo de amadurecimento e que a startup consiga pivotar, ou seja, girar, mudar de direção. Todos esses princípios valem para a anticarreira – uma ruptura do conceito como tradicionalmente conhecemos.

Nós não sabemos o que está por vir, podemos apenas imaginar. Mas temos que testar aquilo que nos parece correto, aprender com os feedbacks, errar rápido e mudar de caminho quando for preciso. Este conceito é explicado no livro Fail Fast, Fail Often: How Losing Can Help You Win (Kindle edition), de Ryan Babineaux e John Krumboltz.

O que você precisa basicamente é estar em movimento, procurando, testando novas possibilidades. E, para isso, é essencial parar de se rotular ou aceitar os rótulos que os outros querem te colocar. Afinal, você não é uma lata de nescau.

*Joseph Teperman é headhunter, conselheiro e escritor, sócio-fundador da AMROP INNITI e finalista ao Jabuti 2020 com o livro Anticarreira – O futuro do trabalho, o fim do emprego e do desemprego

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