A sentença que irritou Eduardo Cunha

A sentença que irritou Eduardo Cunha

Em seis páginas, juiz federal de São Paulo suspendeu a portaria do Ministério das Relações Exteriores que havia prorrogado passaporte diplomático de Felipe Dytz, filho do ex-presidente da Câmara que já avisou que vai recorrer porque considera a decisão 'absurda'

Mateus Coutinho

20 de julho de 2016 | 13h39

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Felipe Dytz (esq) e seu pai Eduardo Cunha (dir). Foto: Estadão

A sentença judicial que tirou do sério o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ) tem apenas seis páginas. Nela, o juiz federal Tiago Bologna Dias, da 21.ª Vara Federal Cível de São Paulo, decretou a suspensão da portaria do Ministério das Relações Exteriores que havia prorrogado o passaporte diplomático do filho do peemedebista, Felipe Dytz da Cunha, de 23 anos.

“Há risco de dano à moralidade e à isonomia no uso de passaporte diplomático sem o devido interesse público que assim justifique, o qual, sendo de ordem imaterial, não será passível de adequada reparação”, decidiu o magistrado, acatando ação popular movida pelo advogado Ricardo Amin Abrahão Nacle.

Irritado, Eduardo Cunha classificou a decisão de ‘absurda’. Ele disse que vai recorrer.

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