A realeza britânica e a importância do registro de marca

A realeza britânica e a importância do registro de marca

Roberta Minuzzo*

05 de agosto de 2020 | 03h30

Roberta Minuzzo. FOTO: DIVULGAÇÃO

Não é novidade para ninguém que Príncipe Harry e sua esposa, a Duquesa Megan, por diversas vezes, “quebraram os protocolos da realeza, especialmente a Duquesa, a qual adotou alguns comportamentos que não condiziam com as regras da Rainha. Tudo isso corroborou para aqueles que pensavam sobre um possível afastamento do casal, da realeza britânica.

No início deste ano de 2020, Harry e Megan fizeram um pronunciamento oficial, em que os dois anunciaram o afastamento do alto escalão da família real britânica, com o propósito de ganhar independência financeira e poder viver entre o Reino Unido e a América do Norte.

E é, justamente, sobre essa independência financeira anunciada que nos interessa neste artigo, porque está ligado diretamente com o tema propriedade intelectual.

Diversos jornais informaram que o Príncipe Harry e a Duquesa Meghan Markle registraram mais de 100 produtos nos seis meses que antecederam o anúncio do afastamento dos dois da Família Real Britânica, portanto, no mês de Junho de 2019.

As publicações relataram que todos os itens foram registrados em nome da Fundação Sussex Royal, a qual pertence ao casal (Sussex Royal The Foundation Of The Duke And Duchess Of Sussex).

Nós, apaixonados por Propriedade Intelectual, resolvemos fazer uma pesquisa junto ao escritório europeu de marcas e localizamos o pedido de registro da marca SUSSEX ROYAL, para proteger diversos produtos e serviços, tais como jornais, revistas, calendários, vestidos, pijamas, meias, camisetas, serviços de educação, dentre outros.

Vejam a importância da Propriedade Intelectual no mundo que, até mesmo, a Realeza, preocupa-se com a proteção das suas marcas.  Por isso, registre e proteja a sua ideia e a sua empresa.

*Roberta Minuzzo é advogada, especialista em patentes. Integrante da Associação Brasileira dos Agentes da Propriedade Industrial (ABAPI) e da Associação dos Criminalistas do Rio Grande do Sul (ACRIERGS)

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