A ordem de prisão contra a viúva do Capitão Adriano: foragida da Justiça

A ordem de prisão contra a viúva do Capitão Adriano: foragida da Justiça

Ministério Público do Rio acusa Julia Lotufo, seus dois irmãos e mais cinco pessoas de atuarem para lavar dinheiro de miliciano (morto em 2020, na Bahia), ligado a esquema de 'rachadinhas' no gabinete de Flávio Bolsonaro, quando ele era deputado na Alerj

Redação

23 de março de 2021 | 16h25

Leia a decisão do juiz Bruno Monteiro Rulière, da 1.ª Vara Criminal Especializada da Capital, do Rio, que aceitou pedido do Ministério Público e mandou prender Julia Emília Mello Lotufo, a viúva de Adriano Magalhães da Nóbrega – miliciano que morreu em fevereiro de 2020, na Bahia, após reagir à prisão.

Julia Lotufo, o soldado da PM Rodrigo Bitencourt Fernandes Pereira Rego, seu primo Daniel Haddad Bittencourt Fernandes Leal e o sargento da PM Luiz Felipe Martins (morto no dia 20) tiveram prisão decretada na Operação Gárgula, deflagrada pelo MP do Rio nesta segunda-feira, 22. Os três e mais cinco pessoas viraram réus acusados de crimes de associação criminosa, agiotagem e lavagem de dinheiro.

Crimes ligados ao Capitão Adriano, como era conhecido o miliciano que empregou por dez anos a mãe e a ex-mulher no gabinete do senador Flávio Bolsonaro (Republicados/RJ), quando ele era deputado estadual, na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). . Os demais foram alvos de outras medidas cautelares ou são alvos da investigação, entre eles, dois irmãos da viúva, David Mello Lotufo e Lucas Mello Lotufo, e duas irmãs do miliciano, Tatiana Magalhães da Nóbrega e Daniela Magalhães da Nóbrega.

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