A ordem de Gebran para manter Lula preso

A ordem de Gebran para manter Lula preso

Durou cerca de 5 horas a liberdade concedida ao ex-presidente, após deputados do PT apresentarem HC no início do plantão do TRF-4 e terem argumentos aceitos pelo desembargador Rogério Favreto

Ricardo Brandt, Amanda Pupo, Julia Affonso e Luiz Vassallo

08 Julho 2018 | 15h25

Durou cerca de cinco horas a liberdade concedida a Luiz Inácio Lula da Silva pelo desembargador Rogério Favreto do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) – a segunda instância da Operação Lava Jato de Curitiba – neste domingo, 8. Expedida pouco depois das 9h, a medida foi revogada pelo relator do processo contra o ex-presidente, desembargador João Pedro Gebran Neto, às 14h13.

Documento

“Determino que a autoridade coautora e a Polícia Federal do Paraná se abstenham de praticar qualquer ato que modifique a decisão colegiada da 8.ª Turma”, determinou Gebran.

A ordem dada por Gebran cancelou o alvará de soltura expedido pelo desembargador plantonista do TRF-4, Favreto, em habeas corpus apresentado pelos deputados federais petistas Wadih Damous, Paulo Pimenta e Paulo Teixeira, no início da noite de sexta-feira, 6.