A evolução do mercado estético: mais tecnologia e menos tratamentos invasivos

A evolução do mercado estético: mais tecnologia e menos tratamentos invasivos

Andressa Mundim*

15 de março de 2021 | 04h00

Andressa Mundim. FOTO: DIVULGAÇÃO

O impacto da tecnologia em todos os setores é evidente já tem alguns anos. A Transformação Digital passou a ser palavra de ordem em muitas empresas tanto para otimizar processos como para criar maneiras mais eficientes de atuação. Para 2020, a IDC Brasil indicava um crescimento de 4,9% no mercado de TIC no País.

Ainda é cedo para termos números atualizados, mas a média de crescimento deve ter se cumprido já que a pandemia estimulou a digitalização. Muitas empresas se viram obrigadas a acelerar (ou até mesmo iniciar) o processo de digitalização já que o isolamento social impediu muitos formatos de negócios.

No mercado de beleza isso não seria diferente. Há anos o setor já é estimulado a adotar novas tecnologias em prol do bem estar das pessoas e, com a pandemia, isso ficou ainda mais evidente. Com o fechamento de lojas físicas, por exemplo, surgiu uma nova tendência para o setor: o uso da realidade aumentada no varejo virtual.

Além de as empresas apostarem em e-commerces para manterem seus negócios vivos, muitas delas, focadas no mercado de beleza, começaram a inovar para atrair a atenção do consumidor. A tecnologia foi um grande aliado nesse momento, já que com a realidade aumentada é possível que o consumidor tenha uma ideia dos efeitos dos tratamentos visualmente.

E essa é apenas uma das aplicações, as possibilidades com tecnologia são infinitas. Especialmente porque existe hoje uma procura crescente por tratamentos menos invasivos. Com a pandemia, muitas pessoas passaram a ficar mais tempo dentro de casa e acompanhando muito mais o mundo pelas telas – seja dos televisores, seja dos smartphones com as redes sociais. As pessoas começaram a se olhar mais também pelas telas, nas reuniões online, por exemplo, e isso também estimulou a procura por tratamentos de autocuidado. A busca pelo bem estar com a própria imagem. E isso, da maneira mais natural possível.

As pessoas querem, cada vez mais, realçar o que elas já possuem e não apenas modificar. E é aqui, mais uma vez, que entra a questão da tecnologia. Ela viabiliza procedimentos menos invasivos e com resultados muito mais naturais.

Novos comportamentos de consumo e rotinas de cuidado estão sendo potencializadas. Para empresas que querem crescer ou começar a explorar o mercado de estética, o ideal é buscar esse caminho. Mais tecnologia, tratamentos menos invasivos e muito mais natural. Essa será a combinação perfeita para o sucesso nos negócios no setor em 2021.

*Andressa Mundim, gerente de Marketing da MedSystems

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