À espera da lagosta, Supremo curte ‘A Juíza’

À espera da lagosta, Supremo curte ‘A Juíza’

Em cartaz, hoje, às 18hs, na sala de sessões da Primeira Turma, longa retrata a trajetória da magistrada da Suprema Corte dos EUA, Ruth Bader Ginsburg, pioneira na luta pelos direitos das mulheres

Redação

08 de maio de 2019 | 12h02

Reprodução

À espera da lagosta e do vinho premiado que deseja à sua mesa, o Supremo Tribunal Federal (STF) terá, nesta quarta-feira, 8, em sessão especial, a exibição do documentário ‘A Juíza’, indicado ao Oscar de Melhor Documentário e Melhor Canção Original e lançado no Festival de Sundance, em 2018.

O longa retrata a trajetória da juíza da Suprema Corte dos EUA, Ruth Bader Ginsburg, pioneira na luta pelos direitos das mulheres.
Confira o trailer do documentário.

Segundo informações divulgadas no site do Supremo, Ruth Ginsburg ‘construiu um legado que a transformou em ícone inesperado da cultura pop no auge de seus 86 anos’.

A exibição no STF é restrita a convidados e ocorrerá na sala de sessões da Primeira Turma, às 18h.

O filme, dirigido por Betsy West e Julie Cohen, coproduzido pela Storyville Films e CNN Films, chega ao circuito brasileiro em 23 de maio e estará disponível em plataformas digitais no Brasil e em toda a América Latina.

São Paulo, Rio, Belo Horizonte e Brasília exibirão o longa nos cinemas e com sessões gratuitas nos quatro primeiros dias de lançamento.
A estreia brasileira faz parte de uma estratégia de mobilização em torno dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, em especial a ODS 5 sobre Equidade de Gênero.

Biografia

A ministra da Suprema Corte dos EUA Ruth Bader Ginsburg nasceu no Brooklin, Nova York, em 15 de março de 1933.

Casou-se com Martin D. Ginsburg em 1954, com quem teve dois filhos: Jane e James.

Ela obteve seu diploma de direito na Universidade de Cornell, estudou na Escola de Direito da Universidade de Harvard e fez doutorado na Escola de Direito da Universidade de Columbia.

Entre 1959 e 1961 trabalhou como assistente de Edmund L. Palmieri, juiz da região sul de Nova York. De 1961 a 63 ela foi sócia de pesquisa e depois sócia-diretora do Projeto da Escola de Direito de Columbia sobre Processos Internacionais.

Foi professora de direito entre 1963 e 1980.

Em 1971, Ruth Bader Ginsburg teve papel decisivo no lançamento do Projeto sobre Direitos das Mulheres pela American Civil Liberties Union (ACLU, ou Associação Americana pelas Liberdades Civis).

Ela foi nomeada juíza para o tribunal de recursos para o Distrito de Columbia em 1980 e indicada como juíza da Suprema Corte pelo presidente Bill Clinton, cargo que assumiu em 10 de agosto de 1993.

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