A denúncia contra os assassinos de Juliane

Leia a íntegra da acusação a 'Sem Fronteira', 'Tirulipa' e 'Neguinha', suspeitos de terem torturado e matado a tiros a policial militar Juliane dos Santos Duarte, do 2.º Batalhão da PM, no dia 1.º de agosto, na favela Paraisópolis, zona Sul de São Paulo

Redação

08 Outubro 2018 | 14h04

O promotor de Justiça Fernando Cesar Bolque, do Ministério Público de São Paulo, denunciou nesta segunda, 8, acusados pelo assassinato da policial militar Juliane dos Santos Duarte, da 3.ª Companhia do 2.º Batalhão da PM de São Paulo. O promotor afirma que os matadores da policial são três – Everaldo Severino da Silva Felix, o ‘Sem Fronteira’, Felipe Oliveira da Silva, o ‘Tirulipa’, e Elaine Cristina Oliveira Figueiredo, a ‘Neguinha’.

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Era o dia 1.º de agosto. Juliane foi morta na Favela Paraisópolis, zona Sul da capital. “O crime ocorreu porque a vítima Juliane encontrava-se armada, dentro de uma Comunidade controlada por uma organização criminosa, o que afrontou as suas lideranças, circunstância evidentemente torpe”, sustenta o promotor.

Segundo a denúncia, Juliane foi torturada e executada a tiros.

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