Ata de Audiência que manteve aliado de Eduardo Cunha na cadeia

Ata de Audiência que manteve aliado de Eduardo Cunha na cadeia

Na Ata de Audiência de Custódia realizada nesta quinta-feira, 10, em Brasília, juiz federal Vallisney de Souza Oliveira rejeitou pedido da defesa do lobista Lúcio Bolonha Funaro, preso na Operação Sépsis

Fábio Fabrini, de Brasília

10 de novembro de 2016 | 16h49

Lúcio Funaro. Foto: Hélvio Romero/Estadão

Lúcio Funaro. Foto: Hélvio Romero/Estadão

O lobista Lúcio Bolonha Funaro, antigo aliado do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ), vai continuar preso na Papuda, em Brasília, decidiu nesta quinta-feira, 10, o juiz federal Vallisney de Souza Oliveira.

ATA DE AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA

ATA DE AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA

A Ata de Audiência de Custódia destaca que o magistrado não acolheu pedido da defesa de revogação da ordem de prisão preventiva de Funaro, nem aplicação de medida alternativa.

Funaro foi preso dia 1.º de julho na Operação Sépsis. Os investigadores suspeitam que ele agia como intermediário de Eduardo Cunha junto a empresas que buscavam investimentos via FI/FGTS.
Ao final da audiência desta quinta-feira, o juiz Vallisney autorizou o lobista a conversar com familiares por 40 minutos ‘em sala contígua à esta’.

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