A decisão que manda prender a secretária de Administração da Paraíba

Luiz Vassallo

17 de março de 2019 | 14h21

Ao mandar prender a  secretária de administração da Paraíba, Livânia Farias, e o dirigente da Cruz Vermelha, filial do Rio Grande do Sul, o desembargador Ricardo Vital de Almeida, do Tribunal de Justiça da Paraíba, afirmou que eles podem obstruir as investigações contra eles por um suposto esquema de fraudes e propinas que atingiu contratos de R$ 1,1 bilhão na saúde do Estado.O magistrado também mandou bloquear um imóvel e uma BMW, bens atribuídos a Livânia.

“A necessidade da segregação por conveniência da instrução criminal, a mais visível entre as razões da prisão preventiva do ponto de vista da instrumentalidade, decorre, na espécie, da necessidade de assegurar a realidade da prova processual em relação aos requeridos Livânia Maria e Daniel Gomes, que podem, acaso permaneçam em liberdade, influenciar na produção de elementos, obstaculizando-os ou impedindo-os, fazendo desaparecer indicadores dos crimes que a eles são imputados, apagando vestígios, subornando, ameaçando testemunhas, entre outros fatos”, escreveu.

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