A decisão que manda para casa aliado de Geddel que deixou digitais nos R$ 51 mi

Ex-diretor da Defesa Civil de Salvador, Gustavo Ferraz é suspeito de ser aliado do peemedebista e praticado crimes envolvendo a lavagem de dinheiro apurada no do apartamento em Salvador com malas e caixas de dinheiro

Beatriz Bulla, de Brasília

19 de outubro de 2017 | 16h35

O ex-diretor da defesa Civil de Salvador, Gustavo Ferraz, que deixou digitais em parte dos R$ 51 milhões atribuídos a Geddel Vieira Lima, vai deixar a prisão e ficar em regime domiciliar por decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal. Ele está preso desde o dia 8 de setembro, quando foi deflagrada a Operação Tesouro Perdido. Ferraz é suspeito de ser aliado do peemedebista e praticado crimes envolvendo a lavagem de dinheiro apurada no caso dos R$ 51 milhões descobertos em um apartamento em Salvador.

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Documento

“substituo a prisão preventiva decretada em desfavor de Gustavo Pedreira do Couto Ferraz, nos termos do art. 321, caput, do Código de Processo Penal, pelas seguintes medidas cautelares: (ii.a) prisão domiciliar no endereço que indicar, vedada a utilização de telefones e de internet, o que implica impedimento ao exercício de qualquer função pública; (ii.b) proibição de manter contato, por qualquer meio de comunicação, com os demais indiciados, denunciados ou investigados e respectivos familiares, em investigações formais, colaborações premiadas ou ações penais em curso; (ii.c) monitoramento eletrônico”, anotou o ministro.

O pedido de revogação da preventiva de Ferraz foi feito pelos advogados Pedro Machado de Almeida Castro e Octávio Orzari em 14 de setembro.

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