União fraterna

Dora Kramer

25 de junho de 2016 | 01h08

Na coluna a ser publicada no Estadão deste domingo, escrevo sobre a súbita unidade que se estabeleceu entre partidos adversários na crítica aos procedimentos da Justiça, da Polícia Federal e do Ministério Público agora que a Lava Jato e seus desdobramentos chegaram aos políticos de forma indiscriminada. Suas excelências deram para criticar as ações dos investigadores sem, no entanto, reagir com a mesma veemência aos atos de que são acusados os investigados.

Estão querendo, clara e inutilmente, mudar o foco da conversa.

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