Ocaso do inimigo

Dora Kramer

07 de julho de 2016 | 17h16

Reações à constatação de que Eduardo Cunha é página virada, gente que continua insistindo na ideia de que ele manda e desmanda, falam a respeito da saudade do inimigo. Sem ele, contra o que lutar? Sentimento semelhante alimentar um certo “banzo” em relação à ditadura militar como instrumento de contestação. Esse tipo de interpretação distorce a visão da realidade. Além de apenas semear a rebeldia sem causa. Prima-irmã da alienação.

 

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