O topo da cadeia

Dora Kramer

14 de setembro de 2016 | 17h39

Os investigadores da Operação Lava Jato podem não ter desvendado todos os meandros da corrupção nos governos de Luiz Inácio da Silva, mas demonstram por A mais B o que a lógica dos fatos já indicavam: Lula era o chefe da “organização criminosa”, cuja cúpula está parcialmente condenada ou presa. Era o que se sabia, mas que os procuradores mostram mediante provas de que Lula foi beneficiário direto de favores da empreiteira OAS, participante confessa do esquema de dinheiro público e pagamento de propinas que assolou a administração federal.

O Ministério Público não faz uso de meias palavras: faz acusações diretas ao ex-presidentes no tocante à prática da corrupção.

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