Uma tulipinha e uma macarronada pós-CCJ

Uma tulipinha e uma macarronada pós-CCJ

Marianna Holanda

24 de abril de 2019 | 16h56

O deputado federal Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG) foi escolhido para a relatoria. Foto: Bruno Peres/Lid. PSL

O deputado Marcelo Freitas (PSL-MG), novato com a difícil missão de relatar a reforma da Previdência na CCJ num governo sem base estruturada, terminou o dia da aprovação na residência oficial do presidente da Câmara, com outros deputados.

“Nem foi comemoração. Estava cansado”, conta Freitas, que diz ter tomado só uma “tulipinha” de cerveja e comido um prato de macarronada.

O trabalho na comissão, nas palavras dele, foi 100% existoso, mas o partido tem muito o que melhorar ainda. “Eu era relator, tava lá pra apanhar. A oposição tava cumprindo sua função. Não acho que gente da nossa base tinha que ter ido pro enfrentamento”, disse, sem citar nomes.

Em diferentes momentos, a líder do governo, Joice Hasselmann (PSL-SP) e o vice-líder Darcísio Perondi (MDB-RS) se exaltaram com a oposição.

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