‘Se matou à facada o ônus é de quem alega’, diz defensor de Adélio

‘Se matou à facada o ônus é de quem alega’, diz defensor de Adélio

Rafael Moraes Moura

12 Setembro 2018 | 06h00

Advogado Zanone Oliveira Junior. FOTO: Tomaz Silva/Agência Brasil

Em palestra no início deste ano, o advogado Zanone Oliveira Junior, defensor do pedreiro Adélio Bispo, disse que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais é uma “vergonha” por partir da consideração de que os acusados são sempre culpados. Bispo atacou na última quinta-feira, 6, o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro.

“Se matou a pedradas, a facadas, o ônus é de quem alega, seja o Ministério Público ou uma ação penal privada”, disse à época o advogado.

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Procurado pela Coluna, Zanone ajustou a fala e disse que o tribunal tem excelentes desembargadores. “Algumas decisões isoladas que invertem o ônus da prova e, infelizmente, acabam envergonhando o TJ-MG”, comentou.

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