Por economia, Câmara vai exonerar ascensoristas

Por economia, Câmara vai exonerar ascensoristas

Luiza Pollo

29 de outubro de 2017 | 05h30

Foto: Reynaldo Stavale

A Câmara vai dispensar 66 ascensoristas nos próximos meses, que têm salários entre R$ 1,8 mil e R$ 2,4 mil. A extinção desses cargos ocupados por funcionários terceirizados faz parte da reforma administrativa tocada pela gestão Rodrigo Maia. A estimativa do primeiro-secretário da Casa, deputado Fernando Giacobo, é de uma economia anual de R$ 600 mil. A reforma também prevê o fim de 32 cargos comissionados ocupados por afilhados dos oito deputados suplentes da Mesa Diretora. Mas, nesse caso, o martelo ainda não foi batido.

Cofrinho. A reforma administrativa tocada pela Câmara dos Deputados já economizou R$ 236,5 milhões desde o começo do ano com a não renovação dos contratos de terceirizados.

Combo. A última especulação em torno da participação de Luciano Huck na eleição presidencial de 2018 seria uma chapa encabeçada pelo apresentador e tendo como vice o ministro Henrique Meirelles.

Ah, tá. Interlocutores do PSD, partido do ministro da Fazenda, brincam respondendo que só se inverterem a chapa. Em setembro, Meirelles postou no Twitter: “Não sou pré-candidato à presidência”.

O cara. Recentemente, Meirelles ganhou um elogio da diretora do FMI, Christine Lagarde, que disse em reunião reservada com ministros da Fazenda de vários países que o trabalho que ele vem fazendo no Brasil é “amazing”.

Vou ver. A defesa do senador Aécio Neves estuda se entrará com recurso no Supremo para tentar que, depois do Senado, a própria Corte reveja a decisão que o afastou do mandato.

A hora é agora. Os embargos de declaração já podem ser apresentados porque o acórdão do julgamento da Primeira Turma, que puniu o senador, foi publicado.

Guerra de holofotes. A ministra Grace Mendonça (AGU) não gostou de saber que o subchefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, avisou ao presidente Temer, antes dela, que havia caído a liminar que impedia o leilão do pré-sal. Os dois travam uma queda de braço.

Econômico. Jair Bolsonaro (PSC-RJ) quer gastar na campanha R$ 2 milhões. Pela nova lei eleitoral, o limite para os candidatos ao Planalto é de R$ 70 milhões no primeiro turno.

É fácil. Para reduzir os custos, Bolsonaro diz que vai viajar só de avião de carreira. Para onde não tiver aeroporto, vai de ônibus.

Polêmica. O ministro Mendonça Filho (Educação) conversa com a Igreja Católica sobre o debate da ideologia de gênero. “O MEC será plural, representativo e tolerante”, diz.

SINAIS PARTICULARES. Mendonça Filho, ministro da Educação

No centro… Durante encontro de governadores, sexta, Tião Viana (Acre) chamou o colega Amazonino Mendes (Amazonas) de Amazonino “Menas”, corrigindo-se na sequência.

…das gafes. Mais tarde foi a vez de Geraldo Alckmin (São Paulo) se confundir ao saudar Amazonino como “prefeito”. Marconi Perillo (Goiás) cochichou no ouvido dele a correção.

CLICK. Vice-líder do governo no Congresso, o deputado Aelton de Freitas (PR-MG) inaugura amanhã, 30, um escritório parlamentar em Ituiutaba, a 685km de BH.

 

A SEMANA

Segunda-feira, 30

Governo envia complemento do Orçamento ao Congresso

O Planejamento prometeu enviar à Comissão de Orçamento a atualização dos valores do projeto de lei para 2018.

Quarta-feira, 1°

Começa o feriadão prolongado do Supremo e do STJ

Supremo transferiu feriado de sábado para sexta, estendendo o período de descanso dos servidores, como revelou a Coluna.

 

Siga a Coluna do Estadão:
Twitter:
 @colunadoestadao
Facebook:
 facebook.com/colunadoestadao
Instagram:
 @colunadoestadão

COM NAIRA TRINDADE, LEONEL ROCHA. COLABOROU BRENO PIRES

Tendências: