Para Moro, Judiciário não deve ser guardião de ‘segredos sombrios’

Para Moro, Judiciário não deve ser guardião de ‘segredos sombrios’

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Luiza Pollo

13 de abril de 2017 | 07h00

Foto: André Dusek/Estadão

Foto: André Dusek/Estadão

No despacho de ontem, retirando o sigilo de delações da Lava Jato, o juiz Sérgio Moro concorda com a decisão do ministro Edson Fachin e manda seu recado: “Não deve o Judiciário ser o guardião de segredos sombrios”.

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