Para Mendonça, não valia a pena governo manter desgaste por causa de Ministério da Cultura

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Daniel Carvalho

21 de maio de 2016 | 18h44

O deputado Mendonça Filho | Dida Sampaio/Estadão

O ministro da Educação, Mendonça Filho | Dida Sampaio/Estadão

O ministro da Educação, Mendonça Filho, que até a tarde deste sábado, 21, também respondia pela Cultura, disse que o recuo feito pelo governo ao decidir recriar o ministério da área se deve ao “viés de exploração política” que tomou as manifestações. Para o ministro, não valia a pena para o governo interino de Michel Temer manter o desgaste.

“Essa coisa começou a ter um viés de exploração política, de uma luta de alguns segmentos da cultura do Brasil que não valia a pena continuar com este assunto na agenda”, afirmou Mendonça à Coluna do Estadão. Para o ministro, “setores radicais cujo propósito não era e não é discutir políticas públicas” queriam “apenas gerar desgaste para o governo”.

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