Na reforma trabalhista, governo cede e não terá regime de urgência para discutir proposta

Na reforma trabalhista, governo cede e não terá regime de urgência para discutir proposta

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Luiza Pollo

27 de janeiro de 2017 | 05h15

Foto: Evaristo Sá/AFP

Foto: Evaristo Sá/AFP

Na reforma trabalhista, o governo já demonstra flexibilidade para aprovar o tema e não dará regime de urgência constitucional para acelerar a discussão da proposta.

O presidente Michel Temer telefonou ontem para o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, para consultá-lo sobre a ideia. Atendendo ao pedido das centrais sindicais pela continuidade do diálogo, Nogueira ponderou a Temer que o melhor seria não dar a urgência.

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