Luislinda Valois, a ministra que alegou trabalho escravo, vai tirar férias

Luislinda Valois, a ministra que alegou trabalho escravo, vai tirar férias

Luiza Pollo

04 Janeiro 2018 | 05h30

Sinais Particulares: Luislinda Valois, ministra dos Direitos Humanos; por Kleber Sales

Mesmo sem preencher os cargos de chefia vagos no Ministério dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, a ministra que pediu ao governo para receber R$ 61,4 mil sob alegação de trabalho escravo, vai tirar férias. Luislinda solicitou a Michel Temer a liberação das atividades entre os dias 7 e 21 de janeiro. Das 22 cadeiras vazias na pasta, nomeou apenas sua chefe de gabinete, Hebe Romano, para assumir a secretaria executiva. É ela quem vai substituir a ministra no tempo em estiver fora.

Leia também: Comando da Câmara fortalece candidatura de Maia à Presidência