Investigados apostam no ‘quanto pior, melhor’

Investigados apostam no ‘quanto pior, melhor’

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Luiza Pollo

18 de abril de 2017 | 05h30

Foto: Dida Sampaio/Estadão

Foto: Dida Sampaio/Estadão

Deputados investigados na Lava Jato apostam no “quanto pior, melhor” como estratégia para forçar um acordão que os beneficie. O governo já identificou esse discurso nas justificativas de aliados para votar contra as reformas ou projetos de seu interesse. Esse grupo defende a rejeição da reforma da Previdência não por convicção, mas por saber que terá implicações na economia. Dizem: “Já que estamos na lama, vamos jogar o País também”. O caos, apostam, levaria todos os setores – economia, política e Judiciário – a sentar para conversar.

Para tentar mudar o discurso dos rebeldes, o método será o tradicional mesmo. As emendas ao Orçamento serão liberadas pelo governo de acordo com o placar das votações das reformas e projetos de interesse do Executivo.

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