Haddad e Lula tentam trazer para campanha polêmica da jornada de 12 horas

Para reagir nas pesquisas, prefeito de São Paulo quer aproveitar discussão de tema nacional para tentar se fortalecer

Marcelo de Moraes

09 de setembro de 2016 | 15h56

A polêmica em torno da proposta de reforma trabalhista foi adotada pela campanha do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT). Com dificuldades na campanha pela reeleição, Haddad terá o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao seu lado num ato público, nessa sexta-feira, para falar de um tema de âmbito nacional com o objetivo de barrar a reforma e atrair votos.

Pelas suas páginas nas redes sociais, Haddad passou o dia convocando “ato contra a jornada de 12 horas”, numa referência a ideia discutida pelo governo federal de elevar a jornada de trabalho diária de 8 para até 12 horas, com o teto semanal sendo mantido em 48 horas (44 mais 4 extras). Os partidos de oposição ao presidente Michel Temer, como o PT, passaram a bater bumbo contra a proposta e a ideia dos petistas é replicar o movimento no ato a favor de Haddad.

 

Tudo o que sabemos sobre:

reforma trabalhista

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: