Grupo articulava ato terrorista via WhatsApp e Telegram

Dez brasileiros já foram presos e outros dois não foram encontrados

Coluna do Estadão

21 de julho de 2016 | 12h04

O grupo de brasileiros suspeito de planejar atos terroristas para a Olimpíada se comunicava pelas ferramentas de bate-papo WhatsApp e Telegram. Com o Estado Islâmico, eles mantinham contato – chegaram a fazer um juramento – também pela internet, mas não pelos aplicativos.

Dos 12 mandados de prisão expedidos pela Polícia Federal na Operação Hashtag, que revelou a ação dos brasileiros, dez já foram detidos, em São Paulo e Paraná. Os outros dois foram submetidos à condução coercitiva.

Pelas mensagens, eles preconizavam a intolerância racial, de gênero e religiosa. Também combinavam realizar um treinamento de artes marciais.

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