Ex-namorada de Evo Morales planejou pedir refúgio político ao Brasil

Ex-namorada de Evo Morales planejou pedir refúgio político ao Brasil

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Andreza Matais

26 de abril de 2016 | 00h09

gabriela zapata

Pivô de um escândalo que frustou os planos do presidente da Bolívia, Evo Morales, de conseguir um quarto mandato, a executiva Gabriela Zapata planejou pedir refúgio político ao Brasil. Familiares dela procuraram o ex-senador boliviano Roger Pinto Molina, que em 2013 fugiu para cá com a ajuda de um diplomata brasileiro, para se aconselhar a respeito. O plano não prosseguiu porque Zapata foi presa no dia seguinte acusada de usar a influência que tinha sobre o governo do então namorado Evo Morales para conseguir contratos milionários com o setor público à empresa em que trabalhava.
Zapata é considerada um arquivo vivo pela relação de intimidade que tinha com o presidente boliviano, aliado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A Operação Lava Jato investiga se houve pagamento de propina em contrato da Odebrecht para a construção de um polo de gás químico na Bolívia. Os investigadores encontraram uma mensagem na qual havia referência ao presidente Evo Morales e ao ex-presidente Lula. “Sugere-se ao presidente Lula comentar com o presidente Evo Morales sua satisfação em relação à boa evolução do projeto.”

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