Ex-Hypermarcas acusa Funaro de achaque

Ex-Hypermarcas acusa Funaro de achaque

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Luiza Pollo

30 de junho de 2016 | 05h00

Lucio Bolonha Funaro - Divulgação

Lucio Bolonha Funaro – Divulgação

A delação premiada do ex-executivo da Hypermarcas Nelson Mello inclui dezenas de mensagens de texto trocadas com Lúcio Funaro, grande amigo do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha. Entre elas, uma cobrança insistente ao longo de meses de uma parcela de R$ 2 milhões. Na versão de Mello, o pedido se tratava de achaque. Segundo Funaro, referia-se ao pagamento de uma consultoria. Em um dos trechos, Funaro diz que, se o pagamento não fosse feito, levaria o assunto para uma pessoa identificada apenas como “o andar acima”.

Na versão de Funaro, ele se referia ao principal acionista do grupo, João Alves de Queiroz Filho, ao mencionar o andar de cima. “Isso é achacar?”, pergunta.

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