Estratégia do governo prioriza ação de ministro

Estratégia do governo prioriza ação de ministro

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Coluna do Estadão

15 de outubro de 2016 | 05h00

Ilustração: Kleber Sales

Ilustração: Kleber Sales

A reunião de ontem do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, com a presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, e outros presidentes de tribunais, exibe nova estratégia do governo. Meirelles tem priorizado canais de interlocução capazes de irradiar as ideias do Planalto. É o oposto do que fazia, por exemplo, o ex-ministro Joaquim Levy, que defendia o ajuste fiscal no varejo da Esplanada. Aos líderes do Congresso, Meirelles avisou, até, que desistiu de viagem ao Japão só para ajudar na conclusão da PEC do Teto dos gastos.

Se Meirelles ficou no País, o road show do governo segue pelo mundo afora. Em Londres, o secretário executivo do Programa de Parcerias de Investimentos, Moreira Franco, fez palestra para investidores vendendo o discurso de que o Brasil mudou.

Moreira tem insistido no ponto que o governo, agora, faz o “mínimo de ingerência no Estado”. “Daqui pra frente, as concessões terão regras claras, baseadas em fatores de mercado”, diz.

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