Escola de samba lavou dinheiro de propina para PT

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Andreza Matais

04 de julho de 2016 | 08h35

A Operação Abismo, deflagrada nesta segunda-feira pela Polícia Federal, é fruto de delações premiadas e acordos de leniência. O advogado Alexandre Romano, o Chambinho, detalhou o pagamento feito para Paulo Ferreira, na época tesoureiro do PT.

Ele contou que usou suas empresas, a Oliveira Romano Sociedade de Advogados, a Link Consultoria Empresarial e a Avant Investimentos e Participação Ltda., para receber mais de R$ 1 milhão das construtoras integrantes do Consórcio Novo Cenpes, que construiu o Centro de Pesquisa da Petrobrás.

Os valores foram recebidos por meio de contratos simulados e repassados a pessoas físicas e jurídicas relacionadas com Paulo Ferreira, inclusive em favor dele próprio, familiares, blog com matérias que lhe são favoráveis e escola de samba.

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