Dois ex-ministros do STF e STJ atuam para evitar acordo extrajudicial envolvendo poupadores

Andreza Matais

22 de junho de 2017 | 13h02

Prédio do Supremo Tribunal Federal. Foto: Divulgação

Os ex-ministros Eros Grau ,do Supremo Tribunal Federal, e César Asfor Rocha, do Superior Tribunal de Justiça, atuam fortemente nos bastidores para que o STF e o STJ decidam pela extinção das ações de milhões de poupadores que já tiveram reconhecido o direito a receber indenização dos bancos por causa da correção errada da poupança.
Escritórios de advocacia podem perdem honorários milionários se o caso terminar em acordo extrajudicial, como vem se negociado, e não por vias judiciais. O acordo, intermediado pela AGU, tem de um lado a Frente Brasileira pelos Poupadores (Febrapo) e, de outro, os bancos públicos.
O acordo está em estágio bastante avançado e vem sendo intermediado pela AGU. De um lado está a Frente Brasileira pelos Poupadores (Febrapo). Do outro lado, os bancos públicos. O ministério da Fazenda já deu aval ao entendimento extrajudicial, que deve injetar mais de 10 bilhões de reais na economia brasileira e, ainda de quebra, colaborar para reduzir a quantidade de processo que tramita em todo Judiciário.