Defesa quer esticar processo de impeachment para mudar opinião de senadores

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Coluna do Estadão

30 de julho de 2016 | 15h00

 

Foto: Wilton Junior/Estadão

Foto: Wilton Junior/Estadão

 

Não interessa à defesa de Dilma Rousseff antecipar a votação do processo de impeachment no Senado. Quem trabalha no caso conta com o tempo para tentar convencer os senadores de que cassar o mandado da petista por causa das pedaladas fiscais e de decretos para abertura de crédito  pode abrir um precedente perigoso. “Nenhum governo daqui pra frente vai poder perder a maioria no Congresso. Vai ser uma cassação atrás da outra”, diz um interlocutor de Dilma.

Para esticar a discussão, o advogado José Eduardo Cardozo não descarta convocar as 40 testemunhas a que tem direito para fazer a defesa de Dilma no plenário.  Para não cansar o plenário, pensa em convidar algum “animador” para discursar. (Andreza Matais)

 

 

 

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