Defesa diz que Cunha cometeria “crime de falsidade” se declarasse trust

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Luiza Pollo

14 de junho de 2016 | 15h21

A defesa de Eduardo Cunha informou nesta tarde que vai recorrer da decisão do Banco Central de multar em R$ 1 milhão o parlamentar por omissão de recursos no exterior. Para Marcelo Nobre, responsável por defender o presidente afastado da Câmara no Conselho de Ética, Cunha não poderia declarar os trusts que têm no exterior.

Para o advogado, declarar o trust seria crime de falsidade, já que alega que a propriedade não é de Cunha.

A defesa de Eduardo Cunha insiste na tecla de que os trusts do qual o peemedebista é “usufrutuário” não podem ser considerados contas bancárias. O Ministério Público não concorda com a tese.

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