Cunha vai judicializar processo de cassação alegando cerceamento de direito de defesa

Cunha vai judicializar processo de cassação alegando cerceamento de direito de defesa

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Daniel Carvalho

15 de junho de 2016 | 11h02

O presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha | André Dusek/Estadão

O presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha | André Dusek/Estadão

Em reunião com advogados que avançou por esta madrugada, Eduardo Cunha descartou, mais uma vez, a possibilidade de renunciar à presidência da Câmara. Interlocutores do peemedebista disseram que ele vai “esticar a corda até o último segundo”, pois “o jogo só acaba quando o juiz apita”.

No encontro, também foram definidos os próximos passos da defesa de Cunha na tentativa de salvar o peemedebista da cassação, o que ficou mais difícil depois que o Conselho de Ética aprovou ontem parecer contrário ao presidente afastado.

Até o início da próxima semana, a defesa de Cunha vai, além de recorrer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), judicializar o processo no Conselho de Ética. A ideia dos advogados não é atacar a decisão, mas apontar que Cunha teve cerceado seu direito de defesa por não poder ir à Câmara. Ontem, Cunha cogitou ir à sessão do colegiado, mas recuou diante da possibilidade de ser preso por desobedecer decisão judicial.

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