Criminalistas dizem que adiamento ajudou Aécio a escapar de prisão domiciliar

Luiza Pollo

21 de junho de 2017 | 07h04

Foto: André Dusek/Estadão

 

Advogados que acompanharam a sessão da 1.ª Turma do STF ontem saíram com a certeza de que, não fosse o adiamento, o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) seria mandado para a prisão domiciliar, assim como a irmã e o primo.

Um importante advogado resume: “Se a defesa tivesse certeza de que a prisão seria negada, não atuaria para adiar”.

Outro motivo que levou ao pedido de reconsideração do relator Marco Aurélio para que o caso seja analisado pelo plenário e não pela 1ª Turma é que a defesa pretende provocar uma discussão mais aprofundada sobre a imunidade parlamentar, pela qual os congressistas só podem ser presos em flagrante.

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