Crédito no Auxílio Brasil é ideia do governo e bancos avaliam se vale a pena entrar

Crédito no Auxílio Brasil é ideia do governo e bancos avaliam se vale a pena entrar

Mariana Carneiro, Julia Lindner e Gustavo Côrtes

06 de agosto de 2022 | 05h01

A proposta de oferecer crédito consignado a beneficiários do Auxílio Brasil não partiu do setor financeiro, mas do ex-ministro da Cidadania João Roma (Republicanos), hoje candidato ao governo da Bahia, interessado em turbinar o alcance do programa social. Neste momento, os maiores bancos do País avaliam se vale a pena operar no segmento, temendo o risco de trincar a própria imagem ao oferecer crédito a uma população vulnerável. Até a Caixa, que vai oferecer empréstimos nessa linha, prevê reforçar a mensagem do crédito consciente aos tomadores. Há ainda incertezas sobre qual taxa de juros cobrar, uma vez que os beneficiários hoje atendidos podem amanhã perder os condicionantes que permitiam acessar o programa.

O presidente Jair Bolsonaro (PL). Foto: Evaristo Sá/AFP

QUEM. O Ministério da Cidadania não quis informar quais são as instituições financeiras que já demonstraram interesse no negócio – nesta sexta, o Bradesco afirmou que não deve entrar. No mercado, a aposta é que quatro entidades deverão se engajar, pelo foco no consignado: Banco Pan, Agibank, Safra e Daycoval.

PRONTO, FALEI! Rodrigo Neves (PDT), candidato ao governo do Rio

“O Rio é um carro numa estrada esburacada perto do precipício. Você não vai entregá-lo a quem nunca dirigiu”, disse, sobre Marcelo Freixo, que nunca ocupou cargo executivo.

CLICK. Geraldo Alckmin (PSB), vice na chapa de Lula

Foi recebido na Paraíba por João Azevedo (PSB), candidato à reeleição, após crise desencadeada por aparição de Lula com o rival Veneziano Vital do Rêgo (MDB).

 

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