Comissão presidida por Tabata quer saber o que ficou de fora do Enem e o porquê

Comissão presidida por Tabata quer saber o que ficou de fora do Enem e o porquê

Marianna Holanda

06 de novembro de 2019 | 14h16

Felipe Rau/estadão

A Comissão Externa de Educação, presidida por Tabata Amaral (PDT-SP), quer saber quantas e quais questões foram tiradas da prova do Enem, e o porquê. 

O colegiado vai enviar um requerimento de informação, elaborado por João Campos (PSB-PE), ao Inep, que faz a prova. O grupo, em visita ao órgão neste ano, fez os mesmo questionamentos, mas não conseguiram respostas, porque o conteúdo da prova era sigiloso. 

As informações foram prometidas aos parlamentares, uma vez que o Enem tivesse passado.

Em março deste ano, o Ministério da Educação criou uma comissão para vigiar o Enem, ou, nas palavras da Pasta: “verificar sua pertinência com a realidade social, de modo a assegurar um perfil consensual do exame”.

A primeira etapa da prova do ensino médio foi realizada no último domingo, 3, e contou com conteúdo de direitos humanos, mas evitou tratar de ditadura militar. O tema da redação foi considerado neutro: “democratização do acesso ao cinema”.

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