Citando decreto de Bolsonaro, servidores tentam suspender indicação de policiais militares no ICMBio

Citando decreto de Bolsonaro, servidores tentam suspender indicação de policiais militares no ICMBio

Marianna Holanda

03 de maio de 2019 | 18h55

Adriano Machado/Reuters

Associação de servidores ambientais entrou, nesta sexta-feira, 3, com um mandado de segurança no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para suspender a indicação de membros da polícia militar para cargos de chefia no ICMBio.

O texto cita como justificativa decreto do próprio governo Bolsonaro que estabelece critérios para a nomeação de cargos comissionados.

“Ocorre que os militares nomeados não possuem qualquer especialização e/ou experiência que justifique a ocupação dos cargos mais elevados dentro da estrutura organizacional do ICMBio”, diz o documento assinado pela Asibama-DF (Associação dos servidores da Área Ambiental Federal – MMA, SFB, Ibama e ICMBio no Distrito Federal) .

Na semana passada, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, anunciou as nomeações para o ICMBio de Coronel Homero de Giorge Cerqueira, Major Marcos Aurélio Venâncio e Tenente-Coronel Marcos de Castro Simanovic, respectivamente, para os cargos de Presidente, Diretor de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade e de Diretor de Criação e Manejo de Unidades de Conservação.

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