Chitãozinho vai ajudar programa de Bolsonaro

Chitãozinho vai ajudar programa de Bolsonaro

Coluna do Estadão

25 de maio de 2019 | 05h00

DANIELA RAMIRO / ESTADAO

O cantor sertanejo Chitãozinho, da dupla com Xororó, será embaixador do programa “Juntos Pelo Araguaia”, com foco na recomposição florestal e conservação do solo e da água. O projeto nasceu de uma parceria entre os governadores Ronaldo Caiado (GO) e Mauro Mendes (MT) e foi abraçado pelo Ministério do Meio Ambiente de Jair Bolsonaro. Chitãozinho foi escolhido, entre outros motivos, por ter se comprometido a reflorestar área de 58 hectares desmatados de sua fazenda. A mensagem: agronegócio e meio ambiente podem andar juntos.

Show dos amigos. Chitãozinho não receberá cachê. O lançamento será em 5 de junho, Dia Internacional do Meio Ambiente, entre os municípios de Aragarças (GO) e Barra do Garças (MT). Está prevista a participação de Jair Bolsonaro.

Rancho fundo. Na primeira etapa do programa, serão recuperados 5 mil hectares em cada Estado. Se der certo, o governo federal vai expandir para as demais unidades da Federação.

Diz que é verdade. Em fevereiro, internado no hospital Albert Einstein, em SP, Bolsonaro chorou ao ouvir uma interpretação de Evidências, clássico de Chitãozinho e Xororó.

Memória boa. Um ex-ministro lembra que o conjunto habitacional inaugurado por Bolsonaro em Petrolina (PE) foi construído quase integralmente pelo governo de Michel Temer.

Captei. Não passou despercebida pela frente evangélica a tentativa de Dias Toffoli de adiar a votação no STF para depois de a Câmara apreciar o projeto de criminalização da homofobia aprovado no Senado.

Aritmética. Depois de a Coluna revelar que o juiz Paulo Antônio de Carvalho recebeu R$ 762 mil só no contracheque de abril, o Sindicato dos Servidores da Justiça de MG fez as contas: um servidor em início de carreira levaria 21 anos para alcançar o valor.

SINAIS PARTICULARESGOVERNADORES.

Paulo Câmara (PSB-PE)

Kleber Sales

Desnecessário. Apesar de membros da equipe econômica tentarem minimizar a fala de Paulo Guedes de que pode sair do governo caso seja aprovada uma “reforminha” da Previdência, entenderam que ela caiu mal no Congresso.

Perspectiva. “Vamos aprovar a reforma com ou sem Guedes. Ele tem que entender que o cargo dele não é maior que o País”, disse Marcelo Ramos (PR-AM), Comissão Especial.

Taokei. No mercado financeiro, o impacto da declaração fez cócegas

CLICK. Preso em fevereiro – e solto logo em seguida, Robson Andrade reassumiu a presidência da CNI em evento fechado, com um banner em sua homenagem.

Coluna do Estadão

Tapetão. Sobre a liminar da Justiça que reconduz Lucas Sorrillo ao comando da Juventude Tucana, o diretório paulista diz que a suspensão da eleição da corrente foi tomada pela Executiva anterior e referendada pela atual devido a “vícios no processo eleitoral”.

Tapetão 2. Os “vícios” foram informados à Justiça na defesa protocolada hoje, afirma o diretório estadual. “O PSDB seguirá valorizando sua democracia interna”, diz Marco Vinholi, atual presidente do partido em São Paulo.

PRONTO, FALEI!

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Otto Alencar, líder do (PSD-BA): “O Brasil caminhou até agora sem o Paulo Guedes. Será que ele pensa que é insubstituível? Se ele sair, chama o Meirelles que ele vem”, sobre fala do ministro.

COM REPORTAGEM DE JULIANA BRAGA E MARIANNA HOLANDA. COLABOROU NAIRA TRINDADE E DANIEL WETERMANN

Coluna do Estadão:
Twitter: @colunadoestadao
Facebook: facebook.com/colunadoestadao
Instagram: @colunadoestadao

Mais conteúdo sobre:

Jair Bolsonarochitãozinho